quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Chuvas matam 10 e desalojam 300 mil na Índia

Deslizamentos de terra atingiram estado de Arunachal.
Rio Yamuna, na capital Nova Délhi, continua acima do nível

Dez pessoas morreram e 300 mil precisaram abandonar suas casas por causa dos deslizamentos d terra causados pelas intensas chuvas no nordeste da Índia.
Avalanches de lodo enterraram pontes, escolas e casas em três distritos do Estado indiano de Arunachal, perto da fronteira com a China.
"A devastação causada pelas inundações e deslizamentos foi grande e oito pessoas morreram, ontem, em situações como desabamento de casas", disse o ministro-chefe de Arunachal, Dorjee Khandu.
No estado de Assam, outras duas pessoas morreram nos últimos três dias por causa das chuvas de monção, que causaram o deslocamento de 300 mil cidadãos de 250 povoados.
O nordeste da Índia é uma das regiões mais atingidas pelas chuvas do país. No entanto, os estados de Uttar e Bihar são os que costumam ser mais castigados pela monção devido à precariedade das infraestruturas dos imóveis.
Cão 'ilhado' em mercado tibetano próximo ao Rio Yamuna, que transbordou e seguia acima do nível neste domingo (12) em Nova Délhi, capital da Índia.Cão 'ilhado' em mercado tibetano próximo ao Rio Yamuna, que transbordou e seguia acima do nível neste domingo (12) em Nova Délhi, capital da Índia. (Foto: AP).

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Aquecimento Global

http://www.youtube.com/watch?v=7699OwH3Nco

DESMATAMENTO - A situação atual da Mata Atlântica

Desmatamento contribui para o esgotamento das fontes de água natural prejudicando o abastecimento, deixa o solo sem proteção das raízes das árvores, impedindo a erosão.O desmatamento das florestas brasileiras, em especial da Amazônia, é motivo de preocupação entre os ambientalistas mundiais, não só pela área envolvida como pela biodiversidade local.
Entretanto, é na Mata Atlântica que a devastação demonstrou sua maior eficiência, pois dos 1,1 milhão de km2 que percorriam o litoral brasileiro de norte a sul, restam hoje apenas 7%. A ocupação desordenada da faixa costeira, iniciada logo após o descobrimento, reduziu a mata a pequenas manchas verdes em poucos Estados, notadamente no Sul do País. Apesar de alguns avanços na criação de áreas protegidas e ainda que cada região tenha causas diferentes de desmatamento, a Mata Atlântica continua, de uma forma geral, a sofrer com o assédio de madeireiras, culturas agrícolas, pecuária, especulação imobiliária, palmiteiros, queimadas e com uma técnica ultrapassada de secagem de fumo com lenha retirada da floresta. Entre o Rio Grande do Sul e o Espírito Santo, foram perdidos 500.317 hectares de matas primárias, entre 1990 e 1995. Só restam em pé 8.182.096 hectares de florestas na Mata Atlântica, excessivamente fragmentadas. A constatação é de um recente estudo realizado pela Fundação SOS Mata Atlântica, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e Instituto Socioambiental (ISA). Este é o segundo levantamento feito pela SOS Mata Atlântica. O anterior abrangeu o período entre 1985 e 1990 e demonstrou que naquela época restavam apenas 8,8% da mata. Apesar dos decretos restritivos e das campanhas para salvar um dos ecossistemas de maior biodiversidade do planeta, as imagens de satélite mostram um avanço impressionante dos desmatamentos.
Na comparação entre o atual levantamento e o realizado entre 1985 e 1990, verifica-se que o ritmo de devastação da cobertura florestal diminuiu, de 6,5% para 5,7%. Mesmo assim, é um valor excessivo, pois trata-se de um ecossistema que já foi reduzido a apenas 7% do seu tamanho original.
Segundo a Fundação SOS Mata Atlântica, com a velocidade alarmante com que vêm sendo reduzidas suas coberturas originais __ a devastação da Mata Atlântica é duas vezes e meia maior do que a da Floresta Amazônica __ a Mata Atlântica está caminhando em um ritmo descontrolado para a extinção e pode acabar dentro de aproximadamente 50 anos.
Em números absolutos, o Rio de Janeiro é o campeão do desmatamento, com 140.000 hectares derrubados. Em seguida, vem Minas Gerais, com 88.951, Paraná, com 84.609 e São Paulo, com 67.400 hectares devastados (veja o quadro perfil por estado).
Em números relativos, em primeiro vem também o Rio de Janeiro, com o desmatamento de 13,13% de sua área, seguido por Mato Grosso do Sul, com 9,59%, e por Goiás, com 9,10%.
É interessante ressaltar que apesar de em alguns Estados o domínio de Mata Atlântica ser pequeno, os números apresentados não se referem a outros tipos de floresta.

Conferência de Copenhague – COP-15:


A 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima foi realizada entre os dias 7 e 18 de dezembro de 2009, na cidade de Copenhague (Dinamarca). A Conferência Climática reuniu os líderes de centenas de países do mundo, com o objetivo de tomarem medidas para evitar as mudanças climáticas e o aquecimento global. A conferência terminou com um sentimento geral de fracasso, pois poucas medidas práticas foram tomadas. Isto ocorreu, pois houve conflitos de interesses entre os países ricos, principalmente Estados Unidos e União Européia, e os que estão em processo de desenvolvimento (principalmente Brasil, Índia, China e África do Sul).


domingo, 12 de setembro de 2010

Caça e pesca predatórias!

A fauna brasileira é riquíssima numa grande variedades de animais do mais alto interesse científico, cultural e econômico. E é por seu valor monetário de muitos de nossos animais são abatidos , sem respeito a seus períodos de reprodução, expondo muitas espécies ao risco da total extinção.
Entre os mais caçados estão as emas e araras, para a retitada das penas; as tartarugas, para a utilização de carne e do casco; os jacarés e as lontras, para usa da pele na confecção de casacos, sapatos e bolsas.
Para se ter uma idéia da quantidade de animais mais abatidos, 2.500 pessoas foram detidas no pantanal, somente em 1991, por comercializarem peles do jacaré-de-papo-amarelo, uma espécie em extinção.
Dentre elas estão relacionados alguns animais em risco de extinção, como a onça-pintada (Panthera onca palustris), o tamanduá-bandeira
(Mymecophaga tridactyla), o lobo-guará (Chrysocyon brachyurus) e a ariranha (Pteronura brasiliensis).Esta última foi considerada extinta na região por causa da caça comercial por sua pele, permitida até 1967. Hoje a população está voltando a crescer, auxiliadas pelo aumento nas áreas preservadas, que fornecem habitat ideal para sua sobrevivência. O maior felino brasileiro, a onça-pintada, pode atingir até 130 quilos, e precisa de um território de 25 a 50 quilômetros quadrados para viver. Grande predadora, a onça-pintada inclui em sua cadeia alimentar animais como gado bovino e cachorro doméstico, anta (Tapirus terrestris), cervo-do-Pantanal (Blastocerus dichotomus), ariranha, macacos, porcos-do-mato (Tayassu tajacu), cágados, jacarés e capivaras (Hydrochaeris hydrochaeris).
Desde a sua descoberta, em 1500, o Brasil já perdeu uma grande parte de suas riquezas naturais. No começo era a extração do pau-brasil e de diferentes produtos da mata atlântica. Com o passar do tempo, recursos como o ouro e outros minérios foram deixando para sempre a colônia. Em seu lugar, ficaram áreas esburacadas, solo esgotado e pobreza.
Mas, já em 1797 nossos próprios colonizadores, na pessoa da rainha de Portugal começava a preocupar-se com a destruição praticada aqui. Num trecho de carta escrita pela monarca ao então governador da capitania da Paraíba, Fernando Delgado Freire de castilhos, ela lhe pedia para "tomar todas as precauções para a conservação do Estado do Brasil e evitar que elas se arruinassem(...) estabelecendo as mais severas penas contra os incendiários, destruidores da mata".As recomendações pelo jeito não foram seguidas...

Fonte: http://www.geocities.com/maiocchi.geo/extbr.html

Enchentes!

Todos os anos na época das chuvas de verão a Região Metropolitana de S. Paulo apresenta o mesmo problema; as enchentes, resultando milhares de desabrigados, danos materiais dos mais variados e o que é mais grave, algumas mortes.

Como se sabe os maiores prejudicados são as pessoas pobres da periferia que não possuem condições seguras e ideais de moradia, estando a mercê das precárias condições urbanísticas da cidade.
Mas, quais são as causas principais desta enchentes ? São muitas, mas podemos elencar algumas que reputamos mais importantes, como: o alto índice pluviométrico da região; o alto grau de impermeabilização do solo pela malha asfáltica e de concreto, lembrando que S. Paulo é uma das maiores manchas urbanas do mundo; ocupação desordenada e crescimento populacional de migrantes; alto grau de pobreza da periferia da cidade, o que impossibilita as pessoas terem recursos para destinar o lixo, por exemplo; falta de consciência e educação ambiental dos administradores e da população em geral; omissão do Poder Público na gestão urbana e falta de saneamento básico adequado.

 Para tentar minimizar o problema sugerimos as seguintes soluções técnicas: manutenção das áreas verdes existentes; criação de mais áreas verdes para se tentar aumentar a permeabilização; assistir melhor a grande massa de pobres da periferia, melhorando o saneamento básico; estimular a educação ambiental nos órgãos públicos, entidades particulares e escolas; estreitar o relacionamento entre o Poder Público e as associações de bairro, celebrando inclusive parcerias; na área central da cidade levantar e definir os locais problemáticos em termos de enchentes e criar mecanismos técnicos mais eficazes para a vazão da água; impedir o acesso de carros e pessoas nos locais críticos nos momentos de grandes precipitações pluviométricas e manter o Poder Público mais sintonia com os meteorologistas.

Quanto aos aspectos legais, lembramos que o art. 30 da Constituição Federal permite ao município legislar sobre assunto de seu interesse, o que autoriza a Câmara Municipal legislar sobre mecanismos relacionados as enchentes, já que estas têm sido um dos grande problemas locais.

Também não podemos esquecer que a municipalidade poderá sofrer grandes prejuízos econômicos se for condenada a indenizações sobre danos causados às pessoas pelas enchentes
 

Extinção é para sempre!

A maioria dos animais silvestres habitam as matas, onde passam quase todos os seus momentos . Alguns utilizam as florestas somente para se alimentar; outros , somente como abrigo.
Muitos, como a preguiça-de-coleira, que nem sequer possui valor econômico, estão em extinção por causa do extenso e indiscriminado desmatamento de nossas florestas.
Queimadas, essas florestas dificilmente serão recuperadas, porque o fogo, além de eliminar uma parte da matéria orgânica do solo, também destrói as sementes que as árvores adultas deixam cair no chão e as pequenas mudas em princípio de desenvolvimento.
Por fim o fogo queima e mata muitos animais que não conseguem escapar a tempo das áreas de queimada. Outros conseguem fugir, mas morrem pouco tempo depois, por não encontrarem outro abrigo e alimento.
Uma vez extinta uma espécie animal ou vegetal, não existe mais possibilidade de recuperá-la. Não conhecendo sequer o número de espécies vegetais e animais existentes no planeta, assim como a sua utilidade, o homem não deveria correr o risco de perdê-las definitivamente.


Fonte:http://www.geocities.com/maiocchi.geo/extbr.html