domingo, 12 de setembro de 2010

Enchentes!

Todos os anos na época das chuvas de verão a Região Metropolitana de S. Paulo apresenta o mesmo problema; as enchentes, resultando milhares de desabrigados, danos materiais dos mais variados e o que é mais grave, algumas mortes.

Como se sabe os maiores prejudicados são as pessoas pobres da periferia que não possuem condições seguras e ideais de moradia, estando a mercê das precárias condições urbanísticas da cidade.
Mas, quais são as causas principais desta enchentes ? São muitas, mas podemos elencar algumas que reputamos mais importantes, como: o alto índice pluviométrico da região; o alto grau de impermeabilização do solo pela malha asfáltica e de concreto, lembrando que S. Paulo é uma das maiores manchas urbanas do mundo; ocupação desordenada e crescimento populacional de migrantes; alto grau de pobreza da periferia da cidade, o que impossibilita as pessoas terem recursos para destinar o lixo, por exemplo; falta de consciência e educação ambiental dos administradores e da população em geral; omissão do Poder Público na gestão urbana e falta de saneamento básico adequado.

 Para tentar minimizar o problema sugerimos as seguintes soluções técnicas: manutenção das áreas verdes existentes; criação de mais áreas verdes para se tentar aumentar a permeabilização; assistir melhor a grande massa de pobres da periferia, melhorando o saneamento básico; estimular a educação ambiental nos órgãos públicos, entidades particulares e escolas; estreitar o relacionamento entre o Poder Público e as associações de bairro, celebrando inclusive parcerias; na área central da cidade levantar e definir os locais problemáticos em termos de enchentes e criar mecanismos técnicos mais eficazes para a vazão da água; impedir o acesso de carros e pessoas nos locais críticos nos momentos de grandes precipitações pluviométricas e manter o Poder Público mais sintonia com os meteorologistas.

Quanto aos aspectos legais, lembramos que o art. 30 da Constituição Federal permite ao município legislar sobre assunto de seu interesse, o que autoriza a Câmara Municipal legislar sobre mecanismos relacionados as enchentes, já que estas têm sido um dos grande problemas locais.

Também não podemos esquecer que a municipalidade poderá sofrer grandes prejuízos econômicos se for condenada a indenizações sobre danos causados às pessoas pelas enchentes
 

Extinção é para sempre!

A maioria dos animais silvestres habitam as matas, onde passam quase todos os seus momentos . Alguns utilizam as florestas somente para se alimentar; outros , somente como abrigo.
Muitos, como a preguiça-de-coleira, que nem sequer possui valor econômico, estão em extinção por causa do extenso e indiscriminado desmatamento de nossas florestas.
Queimadas, essas florestas dificilmente serão recuperadas, porque o fogo, além de eliminar uma parte da matéria orgânica do solo, também destrói as sementes que as árvores adultas deixam cair no chão e as pequenas mudas em princípio de desenvolvimento.
Por fim o fogo queima e mata muitos animais que não conseguem escapar a tempo das áreas de queimada. Outros conseguem fugir, mas morrem pouco tempo depois, por não encontrarem outro abrigo e alimento.
Uma vez extinta uma espécie animal ou vegetal, não existe mais possibilidade de recuperá-la. Não conhecendo sequer o número de espécies vegetais e animais existentes no planeta, assim como a sua utilidade, o homem não deveria correr o risco de perdê-las definitivamente.


Fonte:http://www.geocities.com/maiocchi.geo/extbr.html

Quando Aumentou a emissão do gás CO2?

Por volta de 1750, quando a Revolução Industrial começava a ganhar impulso, o ar continha dióxido de carbono (gás carbônico) na proporção de 280 partes por milhão (ppm). Agora ele se aproxima das 360 ppm, um aumento em torno de 30%. O IPCC calcula que, mesmo se as emissões anuais se mantiverem constantes nos níveis de 1994, durante cem anos, as concentrações de CO2 ainda atingiriam 500 ppm no ano 2100, dobrando o nível existente antes da Revolução Industrial. E podem até atingir os 700 ppm.

As análises do ar aprisionado em camadas profundas de gelo mostram que, no auge do último período glacial, há 20 mil anos, as concentrações de CO2 eram cerca de 40% menores que as do nível pré-industrial.
E os níveis de metano mais que duplicaram desde os tempos pré-industriais. Concentrações de nitrogênio aumentaram cerca de 8%. E todos os halocarbonos forma adicionados à atmosfera nas últimas décadas.

Cientistas crêem que o aumento de CO2 seja responsável por 60% do maior aquecimento, tipo estufa, detectado até agora.
E porque o efeito do CO2 é tão grande, a maior parte das preocupações concentra-se nele.
 A Humanidade despeja 7 bilhões de toneladas de gás carbônico na atmosfera a cada ano: 5 a 6 bilhões de toneladas com a queima de combustíveis minerais, a produção de cimento e outras atividades que produzem gases, e de 1 a 6 bilhões de toneladas com o desmatamento e as queimadas.
 Como cerca de 760 bilhões de toneladas já se encontram na atmosfera, quer dizer que o acréscimo é de 1% ao ano, embora recentes índices de aumento sejam ainda maiores.

Curiosiadades sobre as queimadas!

 A combustão incopleta dos combustíveis produz CO, que ao ser inalado, se une à hemoglobina impedindo que ela exerca papel fundamental de transportar oxigênio no sangue. Produz também carvão, que caracteriza a fuligem, liberada principalmente pelos caminhões desregulados.
 A queima parcial da madeira em fornos produz o carvão.
 A queima de metano com insuficiência de oxigênio produz o negro-de-fumo, usado em graxas de sapato.
 

INPE aponta novas áreas de queimadas no Brasil!

Fogo destrói áreas do Tocantins e norte de Goiás, perto de Mato Grosso.
Mato Grosso e Pará são estados com maior número de focos de incêndio.

Novos focos de queimadas foram registrados no Brasil neste ano, segundo informações do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O meteorologista Raffi Agop, do Inpe, explicou ao G1 que as áreas estão localizadas principalmente no sul do Tocantins e norte de Goiás, perto da divisa com Mato Grosso. Novos pontos de incêndio também surgiram no sul de Goiás e no Pará. Nesses locais, segundo Agop, o Inpe ainda não havia registrado focos de incêndio.

Entre as áreas citadas por Agop estão o Parque Nacional do Araguaia e a Serra Geral do Tocantins, que são unidades de conservação. “São pontos novos, que não queimavam há dez anos. O Tocantins, por exemplo, teve cerca de 4.200 focos neste ano contra pouco mais de 900 no ano passado. Do total no estado em 2010, 40% dos focos ocorreram dentro ou perto de unidades de conservação”, disse.

O Inpe ainda não estimou a extensão atingida e as causas dos novos incêndios. Porém, o meteorologista ressalta que, apesar das novas áreas, os pontos de incêndio diminuíram de maneira geral nos últimos anos. “O número tem caído por conta da queda no desmatamento e também pelo aumento na fiscalização das áreas de vegetação. No ano passado, a quantidade de queimadas foi bem menor também, pois choveu mais do que nos outros anos.”

O período mais crítico para queimadas são os meses de agosto e setembro, segundo o Inpe. Mato Grosso e Pará são os estados mais críticos para ocorrência de queimadas, mas há grande ocorrência também em Rondônia e Mato Grosso do Sul.

“As queimadas começam em maio, mas agosto e setembro são os piores meses para o Centro-Oeste e o sul da Amazônia, que sofrem com a estiagem e o tempo seco. A partir de outubro até janeiro, começa a chover nessas regiões e as queimadas migram para o Nordeste, que está com o ar mais seco e recebe maior incidência de sol. De janeiro a abril, as queimadas passam a atingir Roraima e o norte do Amazonas, áreas que estão mais secas enquanto chove em todo o resto do Brasil”, disse.

Apesar de a estiagem colaborar para queimadas, segundo Agop, muitos incêndios são criminosos, causados por pessoas que ateiam fogo a lixões ou a terrenos para limpar a mata. Há também incêndios provocados por balões. A previsão, de acordo com o Inpe, é que o tempo continue seco até outubro.


Fonte: http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/08/inpe-aponta-novas-areas-de-queimadas-no-brasil.html

Queimadas na Amazônia

O número de queimadas na Amazônia apresenta uma tendência constante de crescimento ao longo dos anos, nitidamente a partir de 1996, mas com variações interatuais determinadas pelas condições climáticas. O ano de 1994 foi marcado por uma redução significativa das queimadas devido a uma combinação de situação econômica e condições climáticas desfavoráveis. Já o ano de 1997, até o início de 1998, foi marcado por um grande aumento das queimadas que culminaram com um episódio inédito e de grande repercussão com os incêndios no Estado de Roraima

Quando os pequenos agricultores desmatam a floresta amazônica, no primeiro ano só conseguem queimar uma pequena parte da fita massa florestal: folhas, pontas de galhos, ramagens etc. No segundo ano, esse material lenhoso está mais seco e queima um pouco mais.

Pesquisas da Embrapa Monitoramento por Satélite com 450 propriedades rurais na região indicam que são necessários cerca de oito anos para que o agricultor consiga queimar todos os resíduos lenhosos. Isso significa que uma área desmatada queima repetidas vezes durante oito anos. Nesse sentido, o constante desmatamento da Amazônia vai gerando um acúmulo de novas queimadas.
Elas somam-se às queimadas das áreas ocupadas antigas onde são usadas regularmente como técnica agrícola para limpar pastos, eliminar restolhos de culturas, combaterem pragas e doenças, renovar áreas, obter brotação precoce em pastagens etc.

Fonte: http://www.ambicenter.com.br/

Altas temperaturas do planeta geram mudanças climáticas!

Há mais de um século o homem vem sujando a atmosfera. Carros, fábricas e queimadas liberam para a atmosfera 5,5 bilhões de toneladas de dióxido de carbono, entre outros poluentes, que elevam a temperatura da Terra e podem gerar mudanças climáticas sem precedentes.
Trata-se do efeito estufa, propriedade que determinados gases têm de aprisionar o calor do Sol na atmosfera, impedindo que ele escape para o espaço depois de refletido pela Terra. Em condições normais, esses gases ajudam a manter a temperatura do planeta na média de 15°C.
Estudos recentes demonstram que a temperatura do planeta subiu 0,18°C neste século. Se for mantida essa tendência, nos próximos 50 anos haverá um aquecimento de 4°C a 5°C, que pode provocar o degelo de parte das calotas polares e, como consequência, a elevação do nível dos mares e a inundação de cidades litorâneas.
Os gases que se acumulam na atmosfera como resultada da atividade industrial e do crescimento urbano - dióxido de carbono, metano, óxido nitroso, ozônio e clorofluorcarbonos - são transparentes à luz visível como o vidro, permitindo que os raios do Sol aqueçam a superfície terrestre. Quando a Terra devolve o calor em excesso, não é mais sob a forma de luz, mas de radiação infravermelha.
Como os gases poluentes absorvem a radiação, uma parte do calor fica na atmosfera. Até o final do século passado, a quantidade de dióxido de carbono descarregada no céu nunca excedeu a proporção aceitável de 280 partes por milhão. Mas começaram a surgir as chaminés das fábricas, os oleodutos e os escapamentos de veículos. O crescimento das cidades e a ocupação predatória das florestas provocaram um aumento para 350 partes por milhão; em 2050, calcula-se que chegue a insuportáveis 500 ou 700 partes por milhão.

Fonte: http://vestibular.uol.com.br/ultnot/resumos/ult2766u30.jhtm